Una pelota y un amor

 Por Aluísio Pinheiro

Bueno, para início de conversa, quero agradecer a sua presença no nosso site, desejar uma boa surfada e que volte sempre, obviamente desde que goste do que irá ler, ver e até ouvir.

Este é um dos espaços reservados aos interessados em escrever bobagem no site, portanto, não se assuste com o que irá ler eventualmente. Somos, na maioria, como já deve saber, alunos de comunicação social da Pucrs, motivados em fazer algo inovador. Foi com muito esforço e dedicação de algumas pessoas que pudemos estar no seu monitor neste momento, fazendo com que você reaja de alguma forma, gostando ou não. Este é o nosso principal papel: provocar o tão sonhado feedback.

Dito isto, passemos então ao que interessa. Citarei alguns assuntos que serão abordados neste tão inusitado espaço, tais como esportes (basquete, futebol, vτlei, tκnis, boxe, atletismo, futebol americano e a minha preferida NBA), política (nacional e mundial), musicalidades, cinema, livros, palestras, fatos e acontecimentos importantes ou cotidianos onde se escondem as melhores histórias, o próprio jornalismo e suas curiosidades, culinária. Entretanto, para o final foi reservado um assunto especial: a mulher.

Este ser quase indecifrável, incontrolável, irritável, menstruável, abominável e até insuportável às vezes. Contudo, é por sua vez também, afável, deslumbrável, inigualável, enfim, um ser amável e amado.

Pelo menos, tentamos aprender um pouco sobre elas, pois nós, homens, jamais compreendemos a cabeça de uma mulher. Quanto mais tempo que se viva com elas, menos saberemos ao seu respeito. Parece até proposital, pois desta forma ficaremos sempre fascinados ao observá-las. Amando-as ou odiando-as, estaremos sempre, desculpem os machistas ou iludidos, a mercê de seus desejos e impulsos, infelizmente ou não, seremos por toda a eternidade dominados por ela.

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